São sete horas da manhã.
Não, faltam cinco horas pro meio-dia
Ainda falta muito pro sol morrer
Ou é hora de coisa alguma
Ora, é hora de pensar em algo
Hora de refazer o que se desfez
É tempo de querer o que perdi
E de pensar no que já fiz.
São sete horas do dia.
Dia que já começou em agonia.
Onde tudo é bonito
E tudo é muito triste demais.
Sei das coisas, falo do tempo,
Mas acabo me perdendo em sentimentos
Sem querer ficar menos triste,
Já sabendo o que de lá fora vem.
São sete horas de qualquer coisa,
Simplesmente hoje não é o dia
Da busca do ser
Por enquanto vir-a-ser
Ou nada, ou só querer
Mas acabo seguindo o que fazem
E saio por aí, aos que passam,
Desejando um bom dia.
30/05/1988
quarta-feira, junho 06, 2007
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